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ESCOLA EDNA APOLÔNIO HOMENAGEIA AS MÃES DO BAIRRO OLARIA PELO SEU DIA


Café da manhã variado, música, leitura de mensagens, brincadeiras, advinhações, apresentação de filmagens e fotografia em painel digital tipo DataShow e muita alegria. Foi com o empenho e boa dedicação que a equipe de professores, vigilantes, pessoal de cozinha e higiene, deram o melhor de si para que as mães tivessem essa singela homenagem. 

Obs: matéria reeditada por força de comentário.
Adeval Marques


Compareceram um grande público e a alegria era percebida no semblante de cada uma das mães que participaram da homenagem ao seu dia. Com sorrisos para todos os lados e cumprimentações,  era o que não faltava, além do que, também ficou notado a satisfação dos professores em fazer mais um pouco pelos moradores da comunidade Olaria e, de certa forma, sentiram-se parte do público e da festa.
Os professores da Escola Edna Apolônio são bons atores nas mudanças sociais e nos comportaamentos que a comunidade necessita para a sua evolução enquanto sociedade

A verdade é que o bairro Olaria é uma comunidade que urge por mudanças em todos os aspectos. A transformação social já está em curso e a implantação da escola na comunidade é um marco e divisor de águas entre o antes e o presente.

Com a chegada da escola na comunidade, a promoção da interação e relação entre pais, professores e alunos acontecem com muita desenvoltura social. Esse processo de transformação é feito no decorrer de cada dia, com a entrelação de pais, alunos e professores. 

Os aspectos de mudança são visíveis: a comunidade já tem escola, posto médico, CRAS-Centro de Referência e Assistência Social que está ajudando na  transformação de uma melhor consciência da sociedade local, a formação do Conselho de Desenvolvimento Comunitário, através de Adeval Marques, Professor Valmir do Mercadinho França, Geovando José Brabosa agente de saúde da comunidade e e outros atores. A observação de que, em todos os casos citados (órgãos) existi uma pré intenção da organização socia da comunidade.

A construção da sociedade que queremos começa com  a lprimeira ição ainda em casa. Os primeiros professores são os pais e integrantes da familia, que aliás, são espelhos do individuou em estado de formação.

Os primeiros passos, as primeiras lições são dadas e ensinadas em casa para depois a escola fazer o seu papel enquanto extensçao da familia. Essa escola é a complementação, o portal para o entendimento e formação social, profissional desse cidadão. Dai a importância dos professores que são grandes mestres em nossas vidas. 

Em sociologia se diz que: "o ser humano é produto do meio em que vive."  Os mestres da escola Estudante Edna Maria Apolônio Neta são os agentes de formação e transformação desse ser humano, por isso, mais uma justificativa para empenho deles na realização desse evento.

Com a homenagem as mães, executou-se a promoção do estado de co-relação entre pais, alunos e mestres com mais intensidade.

No final houve sorteio de cestas de alimentação, ricamente decoradas com bom gosto por outras mães e professoras da unidade escolar. Desde a decoração e toda à logística foi feita pelos funcionários. Com doações de várias pessoas nos mais variados tipos de objetos,indumentárias, apetrechos, ascessórios e entre outros presentes. Um bonito bazer foi criado e todas as peças foram doadas a quem tivesse interesse: sandálias, roupas, pulseiras, etc.

Parabéns ao corpo docente (professores) e demais funcionários da Escola Estudante Edna Maria Apolônoio Neta, verdadeiros agentes de transformação para uma sociedade mais justa, fraterna e humana.

Adeval Marques

Em tempo: Esta matéria foi objeto de comentário, abaixo postado, e alterada com correção em alguns textos, motivo pelo qual esta sendo publicada pela segunda vez.  Todos os comentários são bem vindos, criticas, sugestões e etc. Apenas a moderação são para os comentários que usam de frases de baixo calão ou a degradação da imagem de pessoas.

Agradecendo os cometários e as visitas. 



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Comissão fotos do cemitério











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Deixo o meu cargo





Canindé de São Francisco/SE - Deixo o cargo e o grupo da atual gestão e espero, sinceramente, ter dado o melhor de mim na gestão do Prefeito Orlando Porto de Andrade ( 2005 à 05/2012). Pela construção do grupo que ajudei a formar nutrido e acreditando nos ideais de uma nova era para Canindé de São Francisco em nome de um novo modelo de política com vistas a atenção social, no desenvolvimento humano, sustentável e econômico do município e na paz. Retiro-me como entrei: de cabeça erguida e na certeza do dever cumprido. 
Adeval Marques

Antes de mais nada, quero dizer que agradeço, com profundo respeito, as desculpas do Prefeito, eu também devo às ter. E assim o mal entendido fica resolvido e a paz restituída. Em nossas relações há de existir sempre o respeito de homens de bem e de paz que somos.

Deixo o cargo de Coordenador do CREAS-Centro de Referência Especializado em Assistência Social sabendo que tentei fazer o melhor juntamente da brilhante equipe de profissionais que atuaram ao meu lado me dando o suporte necessário para conduzir ao departamento. 

Não posso deixar de mencionar ao professor Rogério Cruz com quem aprendi a redefinir e melhorar meus valores, pela oportunidade de saber que, além das diferenças, existe o bem do ser humano e a ter uma nova visão sobre o que se determinou novo para mim. 

Deixo também a lembrança das Técnicas de Referência, Janailza Oliveira - Assistente Social e a Psicóloga Juliana Aragão - que tanto me ensinaram , com a paciência natural delas, em como trabalhar na atenção básica, na forma instrumental e não da praticidade e a reconhecer os limites e as fronteiras que esse trabalho nos impõe. Muito obrigado.

A curta passagem do Doutor Cleverson Reverson que me deu a oportunidade de aprender um pouco sobre o comportamento humano do que concerne ao posicionamento jurídico que tem em seu arcabouço a carta que decide a tudo onde a palavra chega e não é ouvida. Meus sinceros respeitos.

Aos demais profissionais operacionais do departamento, o meu abraço sincero abraço, na certeza de que não lhes faltei com a atenção e que agradecendo o imenso apreço e amizade que recebi: Dona Lourdes, Creuza, Manoela e aos vigilantes, José Marques e Deliano Costa. Agradecimentos sinceros.

Não poderia deixar de citar a Primeira-dama Joana Honorato quando, representando ao Prefeito Orlando Porto de Andrade, me fez o convite para aceitar a coordenação do CREAS. Por tido paz na imensa nobreza de fazer "o caminho de volta" quando muitos se negaram a faze-lo. Por sua amizade: o meu respeito e lealdade, no lado pessoal, de felino que sou.


A secretária Edneide Rocha deixo também a minha lembrança e a frase de que "a cada dia podemos descobrir, por nós mesmo, que o horizonte pode ser bem diferente do que a maneira de como nos dizem sobre ele". Agradeço pela amizade sincera e o respeito que nutrimos um pelo outro. 

Hoje posso dizer que, em fim, a minha postura é aceita, o respeito e o reconhecimento chegou. Não precisei mudar nada e nem usar de artifícios para alcançar aos objetivos. Eles vieram por méritos próprios. E isso é o bastante para recomeçar de novo. Mais uma vez é preciso navegar, como diz um certo provérbio chinês: "Os pessimistas reclamam do vento, os otimistas esperam que ele mude e os realistas ajustam as avelas." 

Quando fui convidado para assumir a coordenação do CREAS-Centro de Referência Especial em Assistência Social e eu avaliei bastante a situação e só depois de tempos é que decidi aceitar o desafio. Bastou a notícia sair para que algumas "figuras" do grupo se mostrarem contrárias a essa indicação dizendo que eu tinha a postura forte, de que sou um sujeito crítico e até polêmico, temperamental. Até email me foi enviado onde alertava-me dizendo que "a sociedade mim conhece, (fulano) lhe conhece...". Mesmo assim continuei.



Eu confesso que agradeci muito o email, pois realmente, já são quase quinze anos em Canindé de São Francisco e eu acredito ter ajudado na construção de uma sociedade melhor para todos, pois assim se preconizava o projeto do Prefeito Orlando Porto de Andrade e sobre o qual eu abracei. Aceitei por uma nova experiência. 

Eu resposta "àquele" email, eu poderia responder dizendo ou enumerando as contribuições que fiz, nesses quase quinze anos de Canindé, contudo, seria perca de tempo e exigir atenção demais. Parece que "Um homem é respeitado pelo mal que pode fazer e não pelo bem." Certamente não serei lembrado pelo bem que fiz mais pelos acontecimentos que me marcaram na história e cada um escrevi a sua.

Para essa reflexão eu editei o texto abaixo de uma pequena parte da biografia de um dos maiores homens que mundo já viu surgir: Abraham Lincolm. 

Não quero dessa forma ter comparativo com Abraham Lincoln é que na verdade, igual a ele, sou um colecionador de fracassos, mais não de derrotas. Sinceramente eu não gostaria de estar na pele de quem mim fez fracassar.

Esse texto não é em resposta a nada, nem alusão ou reparo de dano, como disse, tudo já estava escrito para acontecer e a "providência" já cuidou de tudo. Trata-se de um manifesto intimo, agradecimento pela oportunidade do que me foi creditado. 

"Quando Abraham Lincolm foi exposto ao ridículo" - Extraído de sua biografia, livro.


Quando Abraham Lincolm foi eleito presidente dos Estados Unidos houve um forte constrangimento das classes dominantes. Afinal, ele era filho de sapateiro e iria dirigir pessoas de famílias tradicionais, a elite americana.

Ao fazer o seu primeiro discurso no senado, um político muito arrogante aproximou-se e disse em alta voz: 

- Antes de o senhor começar, eu gostaria de lembrá-lo de que o senhor é filho de um sapateiro. E todos riram imediatamente. Isso causou no velho Abe, como era conhecido pelos mais íntimos, um grande constrangimento. 

Mesmo assim ele não se abalou, pois a arquitetura que Deus, o grande pai lhe deu, era forte e suportava "tempestades". A história provou isso. 

No fundo, todos queriam humilhá-lo, já que derrotá-lo não havia sido possível. Mas vejamos nessas particularidades de Abraham se ele deixaria-se abater: A sua biografia diz que ele era um homem persistente que faliu aos 31 anos de idade, foi derrotado numa eleição para o legislativo aos 32 anos, faliu novamente em outro negócio aos 34 anos, superou a morte de sua namorada aos 35 anos, teve um colapso nervoso aos 36 anos, perdeu nova eleição aos 37 anos, foi derrotado nas eleições para o Congresso dos USA aos 43, 46 e 48 anos, perdeu a disputa para o Senado americano aos 55 anos e só conseguiu ganhar sua primeira eleição aos 60 anos para Presidente dos Estados Unidos. Um homem como Abraham Lincolm é difícil de ser derrubado, fracassos lhe vieram e outros foram impostos, mas, derrotado jamais. Diria que ele era uma rocha quase inabalável. Eu o admiro pela sua história de vida e de nunca ter negado suas origem, aliás, exemplo que sigo.


Após a fala do político que lhe advertiu sobre ser filho de sapateiro, Abraham fez uma pausa para que todos tivessem tempo para rir a vontade e, quando todos terminaram os risos, ele respondeu sorrindo, com voz pausada e muita segurança, aliás traços típicos de um vencedor, sem jamais esquecer sua origem, a seguinte frase: 


- Obrigado por lembrar-me de meu pai neste momento. Eu procurarei ser um presidente tão bom quanto o sapateiro que ele foi. Eu me lembro de que meu pai sempre fez os sapatos de sua família, se os seus sapatos apresentarem algum problema, você pode trazê-los e eu os consertarei. Desde cedo aprendi a consertar sapatos e agora que meu pai está morto posso cuidar dos seus. Aliás, se algum de vocês tiver um sapato feito por meu pai que esteja precisando de conserto pode trazer para mim e eu os consertarei (fez uma grande pausa e continuo, fez-se silêncio e um pouco do constrangimento no recinto pode ser percebido). Mas de uma coisa estejam certos: eu não sou tão bom quanto ele. Nesse momento seus olhos encheram-se de lágrimas ao lembrar do pai. Alí estava provado que Abraham Lincolm não era aceito para dirigir a nação estadunidense e muito menos liderar o cargo que tinha e muito menos fazer parte do grupo. 

Não existe coisa pior do que ser mal aceito ou recebido dentro de "sua própria casa". As lágrimas de Abraham Lincolm atestam que a humanidade é desumana e há sempre quem lute pelos fracassos dos outros.

De nada adianta você ser um bom profissional, competente, com iniciativa se não tiver apoio por simplesmente não ser bem vindo. 

É preciso, seja qual for as circunstância, sempre manter o orgulho dentro de si mesmo, de sua família e do seu trabalho, nunca esqueça suas origens e tenha bons propósitos. As árvores mais altas têm as raízes mais profundas, assim como as dificuldades moldam os campeões e assim consegue-se chegar nos objetivos. Seja resignado e complacente, mais não seja um ator que incorpora papéis, seja sincero e imprima a sua marca.

Por isso, sou grato não somente aos obstáculos, mas a todos os que o pavimentaram. Eu estou me reconstruindo, me reescrevendo e edificando minha casa a partir das pedras que me foram atiradas.

Serei sempre eu mesmo, aprenderei com os outros tudo o que puder, mas nunca abandonarei minha essência. Eu costumo dizer essa frase de minha autoria: "Sabendo quem eu sou e de onde eu vim, certamente estarei seguro". Nunca esqueço de meu pai, o carpinteiro Nildomar Fernandes onde sempre fraseava comigo a dizer-me: "Sua cabeça é seu Mestre". E hoje percebo o quanto estamos sós diante de uma decisão. 

Sua postura é responsável por criar a sua marca registrada. Disso eu sei.

Eu deixo a gestão do Prefeito Orlando Porto de Andrade na plena certeza de que serei compreendido por todos àqueles que nutrem respeito por mim e sobre tudo os que gostam um pouco de Adeval Marques. Não quero tornar isso um drama, apenas me deixem seguir minha estrada.

Peço que procurem enxergar além das aparências e a observar o bem que as pessoas, tristes passantes, tentam dar de contribuição para uma sociedade melhor, afinal não nascemos para viver à mercê dos nossos instintos. Nós, pobres seres humanos, somos dotados de espírito e de uma centelha divina que nos dignifica à medida que reconhecemos que a vida é, antes de tudo, para ser vivida com dignidade, seja qual for sua posição ou função profissional, social, religiosa, opção sexual, cor, raça e situação financeira. 

Muitos de nós achamo-nos donos da vida, da natureza e melhores do que nossos semelhantes. Tanto que somos capazes de levar as pessoas a nos servir, a girar em torno do nosso próprio umbigo e de nossos interesses egoístas. Dirigimos e submetemos pessoas, às vezes sem até querer, para as mais perversas situações de dor, constrangimento e até a tirar-lhes o pão de suas mesas e dos seus filhos. Se alguém não atende às nossas expectativas, apressadamente já emitimos um parecer maldoso sobre elas, como fez àquele político arrogante quando se dirigiu a Lincolm. 

Logo, é assim que eu faço: me inspiro-me em Abraham Lincoln, Jesus Cristo, Marathma Gandhi, Madre Tereza de Caucutá, Frei Damião, Martin Luther King na certeza de que fiz o bem. Sei que alguns vão dizer que o que me levou a isso foram "outras circunstâncias", mas, já estou preparado para isso, pois de vítima passarei a réu e a própria sociedade que defende volta-se a atacar.

Alguns dizem que não sabem o segredo do sucesso, mas sem ser pretensioso, eu sei! Persistência! Não importa quantos fracassos tenhamos, se continuarmos tentando, com certeza cedo ou tarde ele virá. Vou sonhar novamente, ser persistente mais uma vez para, quem sabe, ser aceito como sou e não como quiseram que eu fosse. Se der certo serei vitorioso, se não, recomeçarei tudo outra vez.

Meu muito obrigado.

Adeval Marques

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Comentário de Luciano

Luciano Ferreira é sim um bom e grande nome para Prefeito de Canindé, político jovem, porém, experiente, inteligente e futurista, assim como Ednaldo da Farmácia, Marcondes Marinho, Rosa Maria e Missinho Balbino. Heleno Silva poderia até ser um bom nome, mas sua trajetória de fraudes, corrupção não soam bem nos ouvidos daqueles que não querem ver o passado negro que já assolou Canindé voltar, seus últimos discursos, entrevistas não vêm agradando muita gente, inclusive o governador Marcelo Deda ( http://www.nenoticias.com.br/lery.php?var=1332396148 ). 

Luciano Ferreira leva uma desvantagem, carrega o sobrenome Galindo, e isso pesa, houve-se na rua o não desejo de não querê-lo por esse motivo, viram que a história negativa de Canindé foi trazida por esta família. Ao mesmo tempo em que Rosa Maria levará esse carma pro resto da vida, de "pau mandada", onde sabemos que os Galindos é quem irão comandar a prefeitura novamente, caso ela possa ser candidata (o que acho muito difícil) e consequentemente vitoriosa no pleito.

O povo diz e ainda não engoliu essa história da separação dela de Genilson Galindo, ouve-se que seria mais uma jogada política, o "pulo do gato" para tentar desvincular o seu nome ao de Genivaldo Galindo e consequentemente, enganar o povo. Em relação a Missinho Balbino ele parece que aprendeu com Déda a ter um rei na barriga, inclusive as palavras de Déda também servem pra ele, "ser aliado, mas com responsabilidade", o que vemos ultimamente nas redes sociais, no seu programa de rádio é eles criticando veementemente o Governador Marcelo Déda e sua administração. A verdade é que, o PT em Canindé nunca foi grande, de se destacar como liderança em Canindé, talvez esteja nas mãos erradas, estão dando essa chance agora, mas veremos até onde vai. Missinho e seu jeito "Che Guevara" de ser não agrada nem mesmo a sua família e vizinhos. Mas voltando ao assunto Luciano Galindo, esses cabeças na política têm que ver que ele é do povoado que ultimamente tem feito a diferença e até decidido eleições em Canindé, Capim Grosso hoje desponta como forte celeiro eleitoral, e quem tiver o apoio de Luciano, inclusive figurando ele como vice, sairá muito forte pra uma eleição. Não estão dando os devidos valores que este jovem merece, há rumores e já foi comprovado em gravação que ele e Marcondes Marinho declararam amor político um pelo outro, sábio Marcondes... se bem que ele também é daquele povoado, não literalmente, mas suas raízes. Em desvantagem no lado família, grupo político, quem sai é Ednaldo que não tem família e nem um grande grupo político, e que ainda vem a somação da linda antipatia da sua esposa, que na rua já está cheio que ela não quer POBRE na sua porta pedindo, e isso é uma declaração infeliz pra uma pessoa que quer seguir na política, no caso, o seu marido. Findando por aqui esse humilde comentário, aguardo os próximos capítulos. Parabéns por mais um bom artigo de se ler Adeval. 

Carlos Alberto Santos
Centro

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Luiz Antonio Barreto


Meus Deus temos vistos nos últimos dias tantas homenagens falsas para Luiz Antônio Barreto por pessoas que abandonou ele, acho que essa pessoas queria ver primeiro a morte dele para poder reconhecer a importância dele pra Sergipe, Porque essas pessoas que hoje vai a plenário fazer homenagens a ele só com falsidade não ajudou a Luiz quando ele mais precisou, e olhe que quando ele precisou ele não precisou pra ele não e sim para todos os sergipanos que o dia como eu procurou ele. Acho eu que onde Luiz estiver ele não estar se sentido bem com essas homenagens falsas

Peço a todos vocês que lembre isso

Após 27 anos preservando a historiografia de Sergipe, o Instituto Tobias Barreto encerra suas atividades por falta de incentivo. Situado na Avenida Ivo do Prado, Centro de Aracaju, o Instituto reúne livros, jornais, fotografias, vídeos e documentos que recontam a história do Estado, a identidade cultural do sergipano. “O Instituto está fechado há 15 dias. Nunca recebi apoio nenhum, nem da Prefeitura de Aracaju, nem do Governo, apesar de prestar um serviço de interesse público”, afirma o pesquisador Luís Antônio Barreto, idealizador do Instituto.

De acordo com ele, o custo mensal do acervo chega a R$ 3 mil devido às despesas com energia, água e funcionários. Barreto considera o valor irrisório diante da importância educacional e cultural do Instituto. “Chega uma hora em que você cansa. O Tobias Barreto era um projeto de vida, fechar o cadeado me entristece muito, é a interrupção de um sonho. O trabalho que fazíamos era útil à sociedade porque conhecimento é um bem, uma moeda transformadora. Quem vai cuidar da memória de Sergipe?”, questiona, acrescentando que a identidade cultural de um poço passa pela conservação de sua história.

Luís Antonio destaca que o fechamento da Instituição alterou sua rotina. “Durante 27 anos, o Instituto foi o meu local de trabalho e considerava esse trabalho importante para a cultura e para a educação do Estado. Hoje, acordo e não tenho para onde ir”, desabafa.


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